
Há um modismo florescendo entre os cultos e bem nascidos, d'áquem e d'álem-mar, de propagandear o sistema monárquico. Eu, vira-lata e semialfabetizado, vou mais longe: proponho a volta do Império Romano. Por quê não? Não voltou a onda das sandálias "gladiadoras" (ver post abaixo)? Tudo a ver!
E faço este alarde em causa própria. Sou um "César", pois fui batizado "Fernando César". E tenho antepassados italianos, talvez até da nobreza, por parte de mãe. Existe uma "Via Marchisiello" e um "Largo Marchisiello" na região de Umbria, Itália. Nunca fui lá. Não sei quem são os homenageados. Parentes, com certeza. Poucos Marchisiellos habitam este mundo.
Serei o representante do neo-Império Romano na América do Sul. Os romanos nunca estiveram por aqui, mas isso é só um detalhe histórico. Dentre as minhas centenas de realizações que virão, destaco duas: o projeto "Cristãos, aos leões". O Império Romano pré-cristão era muito mais divertido!
Explico: hoje em dia quem nos perseguem são os cristãos, religiosos fundamentalistas. A perseguição aos não-cristãos é insuportável: tele-evangelistas insones, às madrugadas; padres e bispos católicos pedófilos; papas neo-nazistas; pastores e bispos evangélicos ladrões; mórmons de gravata e carteirinha nos ônibus; mocinhas e velhinhas neo-pentecostais apertando as nossas campainhas de casa nas manhãs de domingo. Basta!
Mas o meu projeto que certamente fará enorme sucesso, em todas as classes sociais, é a volta das festas em homenagem a Baco. Os bailes carnavalescos tentaram, mas nunca igualaram. Sabe aquele rapaz, o Calígula? Comparado a mim, Fernando César I (e único), será apenas um amador.
E faço este alarde em causa própria. Sou um "César", pois fui batizado "Fernando César". E tenho antepassados italianos, talvez até da nobreza, por parte de mãe. Existe uma "Via Marchisiello" e um "Largo Marchisiello" na região de Umbria, Itália. Nunca fui lá. Não sei quem são os homenageados. Parentes, com certeza. Poucos Marchisiellos habitam este mundo.
Serei o representante do neo-Império Romano na América do Sul. Os romanos nunca estiveram por aqui, mas isso é só um detalhe histórico. Dentre as minhas centenas de realizações que virão, destaco duas: o projeto "Cristãos, aos leões". O Império Romano pré-cristão era muito mais divertido!
Explico: hoje em dia quem nos perseguem são os cristãos, religiosos fundamentalistas. A perseguição aos não-cristãos é insuportável: tele-evangelistas insones, às madrugadas; padres e bispos católicos pedófilos; papas neo-nazistas; pastores e bispos evangélicos ladrões; mórmons de gravata e carteirinha nos ônibus; mocinhas e velhinhas neo-pentecostais apertando as nossas campainhas de casa nas manhãs de domingo. Basta!
Mas o meu projeto que certamente fará enorme sucesso, em todas as classes sociais, é a volta das festas em homenagem a Baco. Os bailes carnavalescos tentaram, mas nunca igualaram. Sabe aquele rapaz, o Calígula? Comparado a mim, Fernando César I (e único), será apenas um amador.
em roma, como as romanas, no rio, como as cariocas,
ResponderExcluirno bom sentido, é claro...
Fernando, meu camarada. Cuidado com essa parada de imperador, pois se o poder lhe subir à cabeça (com crase) e alguma dor imperar, o seu vocativo pode mudar de Ave Cesar para Ah viado,como as revistas sensacionalistas da época chamavam o esfomeado Calígula.
ResponderExcluirEm tempo, adorei o texto e o blog está a sua cara. Não tenho medo que ela seja censurado de alguma forma, afinal você tem criticado tantas minorias, que elas já se tornaram uma unanimidade e como dizia Nelson Rodrigues,toda unanimidade é burra
Abs
Afonso Arinos em seu "Amor a Roma" já mostrava que o ocaso do ocidente seria contrabalaçançado pela grandeza moral e cívica de um povo nascido para ser grande.
ResponderExcluirO seu cinismo o levará para um beco sem saida.
Estamos varrendo a internet da escumalha Leninista.Não brinque com valores sagrados.
Nâo se joga o nome do Santo Padre na Sarjeta.
CEL Ariovaldo Peixoto