
Os revisionistas de plantão, a fim de culparem a esquerda, espalham desde a década de 70 do milênio passado que o famoso cantor de marchas-militares, Wilson Simonal, sofreu perseguição política por ter dedurado vários de seus colegas artistas.
Não é nada disso. Que o Simonal era alcaguete é fato. Que tenha sofrido perseguição das esquerdas é mentira. Na verdade, Simonal sempre sonhou ser médico. Como tinha amigos no Dops, Doi-Codi e demais locais onde militares e policiais mandavam e desmandavam, o cantor, famoso pela música “Mamãe Passou Super-Bonder No Meu Dedo”, comprou com facilidade um diploma de médico. Por isso o seu sumiço da mídia.
Ficou muitos anos trabalhando como proctologista da seleção brasileira de futebol. Ronaldo, o fenômeno, apesar da pouca idade, fazia toda semana o exame do “toque”. E deu no que deu (epa!), com essa confusão com os três travecos tristes.
Simonal não morreu de cirrose como se divulga. Isso é coisa da direita, para que a opinião pública fique com peninha dele, e culpe o Lula e a Dilma Roscoff por esses anos de pseudo “ostracismo”.
Poucos sabem, mas o Simonal morreu entalado com o seu dedo duro, quando tentava tirar um pedaço de pipoca que tinha ficado preso em sua garganta, no exato momento em que dedurava um colega proctologista, suspeito de ter um colocado um dedo no comunismo dos outros.
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