
No início coisa de marinheiros de sexualidade problemática e presidiários rebeldes com causas questionáveis, a moda das tatuagens chegou para ficar. Não há, de norte a sul, leste a oeste, diagonal e perpendicular, no Brasil e arredores, uma única menininha que não tenha alguma bobagem tatuada no seu corpinho bonitinho (ou cheio de banha). Prevejo que, num futuro próximo, "tatuador de bebês" será uma especialização dos obstetras.
Porém, verdade seja dita, esse modismo bobo serve para alguma coisa: controle da natalidade. Explico. As pessoas de gosto duvidoso estão tatuando os nomes dos seus filhos em seus membros (epa!). Como só possuímos dois braços e duas pernas, com o adendo da cabeça e do tronco, as famílias dos tatuados não poderão passar, como antigamente, da casa de um dígito. A não ser que comecem a tatuar os nomes dos filhos nos dedos dos pés, mãos e outras partes mais ocultas aos olhos.
Outro fator importantíssimo de um modismo recente das tatuagens que está sendo pouco discutido é que uma das formas de tatuagens atuais colabora para a monogamia, o que seria uma contradição ao próprio uso das tatuagens que, em tese, é uma atitude "moderna", "radical", "irada" ou outro clichê ignaro qualquer.
Explico de novo: pessoas descerebradas de ambos os sexos cismam em tatuar o nome de seus namorados, amantes e/ou companheiros em algum local sagrado de seu corpo. Isso obriga esta pessoa a não ter muitos relacionamentos. A não ser que arranje sempre pessoas com os mesmo nome para namorar e casar. Se a sua namorada ou mulher tatuar um apelido comum, dizendo que é você, abra o olho, pois este apelido pode servir para vários nomes.
Desconfio que, pelo motivo acima relatado, as igrejas apoiem o modismo perene das tatuagens. Por isso as novelas e os programas de televisão propagandeiem tanto a moda das tatuagens. Quiçá virará lei, sendo obrigatório a todos. Daí, tatuarei "kiss me" em minha glande. "Compro ouro" ou "Emagreça - pergunte-me como" são outras opções.
Fernando Andrade
Outro fator importantíssimo de um modismo recente das tatuagens que está sendo pouco discutido é que uma das formas de tatuagens atuais colabora para a monogamia, o que seria uma contradição ao próprio uso das tatuagens que, em tese, é uma atitude "moderna", "radical", "irada" ou outro clichê ignaro qualquer.
Explico de novo: pessoas descerebradas de ambos os sexos cismam em tatuar o nome de seus namorados, amantes e/ou companheiros em algum local sagrado de seu corpo. Isso obriga esta pessoa a não ter muitos relacionamentos. A não ser que arranje sempre pessoas com os mesmo nome para namorar e casar. Se a sua namorada ou mulher tatuar um apelido comum, dizendo que é você, abra o olho, pois este apelido pode servir para vários nomes.
Desconfio que, pelo motivo acima relatado, as igrejas apoiem o modismo perene das tatuagens. Por isso as novelas e os programas de televisão propagandeiem tanto a moda das tatuagens. Quiçá virará lei, sendo obrigatório a todos. Daí, tatuarei "kiss me" em minha glande. "Compro ouro" ou "Emagreça - pergunte-me como" são outras opções.
Fernando Andrade
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