
Engana-se quem acha que Richard Starkey, vulgarmente conhecido como "Ringo Starr", é o mais sortudo Forrest Gump da história da música. Chamá-lo de "Coelhinho da Duracell do Rock" também é precipitado. Calunioso, até. Dizer que o maior momento artístico de sua carreira foi quando caracterizou-se de Frank Zappa no filme "200 Motels" é falsear a verdade.
Todos sabemos que o Ringo, além de ser o mais bonito dos Beatles, também era o mais talentoso. Ter sido colocado na banda, em substituição ao Pete Best, por ser amante do George Martin, é uma das maiores injúrias musicais que se tem notícia.
Apesar de todos os arranjos das músicas dos Beatles serem feitos para a performance do Ringo à bateria, por ser ele o principal compositor da banda, isso foi só uma coincidência. George Martin, aproveitando a formação clássica/jazzística do músico, caprichou nos detalhes para alavancar a carreira de seu pupilo.
Todos sabemos que o Ringo, além de ser o mais bonito dos Beatles, também era o mais talentoso. Ter sido colocado na banda, em substituição ao Pete Best, por ser amante do George Martin, é uma das maiores injúrias musicais que se tem notícia.
Apesar de todos os arranjos das músicas dos Beatles serem feitos para a performance do Ringo à bateria, por ser ele o principal compositor da banda, isso foi só uma coincidência. George Martin, aproveitando a formação clássica/jazzística do músico, caprichou nos detalhes para alavancar a carreira de seu pupilo.
Note-se que o virtuosismo do Ringo, e os sons complicadíssimos que ele tirava do seu instrumento, tornou-se um transtorno para os bateristas das milhares bandas-cover dos Beatles que existem no seu bairro. É uma música muito difícil de ser executada. Por isso, Ringo Starr, quando não está fazendo participação especial em algum show em homenagem a músicos mortos, vivos ou mortos-vivos, comparece pessoalmente aos ensaios das Beatles-cover para ensinar como é que se faz aqueles sons maravilhosos que saem da sua bateria.
Após a banda-mor de Liverpool pendurar os instrumentos, Ringo foi o ex-Beatle de maior sucesso em carreira solo. Seus discos primam pela qualidade, além das vendagens excepcionais. Atualmente, seus workshops e video-aulas são disputados a tapa por bateristas iniciantes ou veteranos. A indústria da música vai mal, mas os discos e vídeos do Ringo não param de vender, por um motivo bem simples: seus fãs só aceitam produtos originais. Nada de cópias ou downloads. É ele quem está, sozinho, mantendo a sua gravadora de pé. Sem ele a falência, ou concordata, é certa.
Outro aspecto pouco conhecido de sua carreira é que ele foi mestre dos melhores bateristas da atualidade. Vou contar um segredo: nos discos de estúdio do King Crimson, Mahavishnu Orchestra, Return to Forever, Brand X, Sisters of Mercy (aquela bateria eletrônica é ele), e muitas outras bandas de artistas virtuosos, quem está tocando bateria é o Ringo, que ganhou milhões de dólares com isso. Até hoje ganha.
Outra história oculta é que era o Ringo quem comia a mulher do George Harrison, e não o Eric Clapton. "Ringo is God" era a frase, à época, que iluminava os banheiros femininos de toda a europa, escrita com baton vermelho-cheguei. Os gritos guturais da Yoko também são culpa do Ringo. Na verdade, gritos "gruturais", pois eram ocasionados pelo entra-e-sai do nariz dele da gruta molhada dela. Depois, ela urrava desesperadamente de saudade, pensando nele, em participações especiais nos shows do John Lennon, ou mesmo da sua Plastic Ono Band. Esse "plastic" é em homenagem ao condon que o Ringo colocava no nariz para executar o ato fálico.
Não é novidade para ninguém que quem forneceu o primeiro baseado aos Beatles foi o Bob Dylan, e não o Marcelo D2, como ele espalha por aí. Mas o que poucos sabem é que a erva "da lata", que aportou nas praias cariocas e fluminenses, nos idos dos anos 80 do milênio findo, foi colhida e industrializada numa fazenda escocesa de certo astro narigudo. O resto é história malcontada.
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